Causa
desconhecida; relacionado com fatores genéticos, neurobiológicos
e ambientais, alterações em circuitos cerebrais; envolve o funcionamento anormal de áreas do cérebro
ligadas ao controle de movimentos e impulsos.
Desencadeia tiques motores e
vocais incontroláveis, causa
sérios problemas familiares, emocionais e sociais ao portador, além de estresse
e sofrimento.
Condição crônica que dura à vida toda, mas os seus sintomas costumam diminui.
Os sinais começam na infância, pioram na adolescência e tendem a diminuir com o
tempo.
Embora não haja cura, existem tratamentos que ajudam a controlar os tiques causados por ela. Muitas pessoas têm tiques que não interferem em sua vida diária e não precisam de tratamento. No entanto, medicamentos e terapias comportamentais estão disponíveis caso os tiques causem dor ou lesões; interfiram na escola, no trabalho ou na vida social. Todos os recursos disponíveis contribuirão para o sucesso do tratamento.
* Acalmar e controlar os sintomas; importante reduzir o estresse e a ansiedade que funcionam como os principais gatilhos para o aumento dos tiques.
DIAGNÓSTICO:
Necessário analisar os sinais e sintomas, não existe exames laboratoriais que confirmam a enfermidade. Tiques que persistem por mais de um ano, que ocorrem várias vezes ao dia e que se iniciaram antes dos 18 anos de vida são sinais da doença.
Outra situação que pode estar relacionada com a síndrome é o transtorno obsessivo-compulsivo, o déficit de atenção e a hiperatividade.
Atua como um canal de imposição de paz sutil ao corpo, ajudando a dissipar bloqueios musculares e acalmar a sobrecarga do corpo, o que reduz a ansiedade, estresse que intensifica os tiques da síndrome. Contribui para reduzir os sintomas e ampliar a qualidade de vida.
Casos mais complexos; médico pode avaliar o uso de medicamentos para amenizar os sintomas e orientações mais detalhadas.







