Corredores e dançarinos têm alto risco de desenvolver embora qualquer pessoa possa ser diagnosticada com a condição. Alterações nas atividades físicas como exercícios mais longos e de alto impacto; pés planos, arco altos ou rígidos; uso de calçados desgastados sem suporte ou adequados.
-Desenvolvem devido ao estresse na tíbia causado pela tração e tensão nos músculos e tecidos conjuntivos na parte inferior da perna.
-Essa pressão constante e repetitiva decorrente de corridas, saltos, exercícios de alto impácto, movimentos repetitivos pode inflamar, inchar e irritar enfraquecendo a tíbia.
-Início de uma nova rotina de exercícios ou o aumento do nível de atividade física.
- Geralmente é sentida na parte interna da perna ou na frente da tíbia.
- Inicia com um desconforto que vai e vem durante atividades e progride para dores constantes, persistente mesmo após o término da atividade.
- Dores agudas e incontroláveis.
Praticar exercícios variados, como ciclismo, natação e outras atividades de baixo impacto. Após a recuperação, retome gradualmente as atividades até atingir o nível anterior.
Reduz a tensão muscular, melhora a circulação, auxilia na recuperação dos tecidos, ajudando a aliviar a dor, restaurar a mobilidade, regulariza o fluxo sanguíneo para a área afetada, aliviando a tensão muscular e estimulando a remoção de resíduos metabólicos, melhora a circulação e a mobilidade, a massagem ajuda os tecidos a se recuperarem com mais eficiência e garante o equilíbrio correto entre intensidade e recuperação.







